Quando o Sol e Lua se encontram… (eclipse)

…nascem as Estrelas.

Desde há milhares de anos, os eclipses solares foram muito mais do que fenómenos astronómicos. Se hoje em dia temos uma explicação científica para o breve desaparecimento do Sol, os povos antigos não tinham a mesma explicação… E assim nasciam as lendas que tentavam dar significado àqueles poucos minutos em que o dia se tornava noite. Desde sinais dos deuses, batalhas entre criaturas sobrenaturais ou acontecimentos capazes de alterar a ordem do mundo, tudo era possível.

Mas nem todas as histórias nasceram do medo.

Na tradição Taitiana, o eclipse era visto de uma forma muito mais bonita: o Sol e a Lua, dois amantes condenados a viver separados, finalmente conseguem encontrar-se por breves instantes.

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Já disponível: Episódio Especial Día de Los Muertos

Já podes ler o último episódio de “O Guardião das Lendas: Olhos Dourados“

A festa do Día de Los Muertos está prestes a começar na Urbanização Raízes. Luísa e Tiago juntam-se aos vizinhos para preparar as decorações da rua onde acontecerá o concurso de máscaras.
O que prometia ser uma noite de celebração e alegria transforma-se num turbilhão de mistério quando o passado começa a entrelaçar-se com o presente.
No dia em que a árvore centenária da urbanização foi plantada, sete irmãos foram selados nas suas raízes. Agora, para os libertar, Luísa terá de encontrar a chave que lhes permitirá finalmente seguir em frente.
Mas conseguirá ela desvendar o segredo antes que seja tarde demais?


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Clowndoll: o boneco palhaço

Contou-me o amigo de um primo, que numa vila antiga do sul de Portugal, uma mulher chamada Marta tinha herdado uma antiga casa de família. Era uma casa enorme, cheia de pó e rangidos estranhos por todos os lados. Mas o que mais chamou a atenção foi um boneco de palhaço guardado num baú de madeira podre no sótão — tinha a pele de plástico branca, olhos pretos brilhantes e um sorriso triste pintado. Dois detalhes que chamaram a atenção de Marta foram as duas gotas desenhadas próximas dos olhos.

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Não há duas sem três: Paralisia Facial (de Bell)

Não, desta vez não vos venho contar outro episódio de paralisia do sono. Hoje quero abrir um pouco o leque da minha vida para que me conheçam melhor.

Quem me conhece sabe muito bem que sou bastante reservado e não é de meu costume andar aqui a debitar este tipo de coisa. Muito menos sou a favor das “histórias de coitadinho” que, durante muito tempo, parecia que era o que dava visibilidade aos famosos (se isto me der visibilidade vou morder a língua…)

Sejam bem-vindos à parte 2 da “aventura” da paralisia facial.

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